quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

Visão empresarial x missão eclesiástica



Afinal, o que é uma igreja? Ela tem semelhanças com uma empresa, mas elas as colocam na mesma "prateleira"? É válido utilizar livremente noções empresariais na administração eclesiástica? Até que ponto?

Estas são questões que estive conversando com minha mãe estes dias, em decorrência de movimentos que tenho observado.

Após o impacto trazido pela pandemia de 2020, até hoje há igrejas que simplesmente não voltaram a celebrar cultos à noite enquanto outras, antes pujantes, agora ostentam baixos números de frequência. O caso mais grave (eu diria até que não foi surpresa nenhuma), pelo que tenho acompanhado, é a drástica queda ocorrida nos cultos de oração.

Não quero analisar aqui os porquês desse esvaziamento. Haverá quem o faça. Minha finalidade aqui é unicamente ponderar qual tem sido a resposta de muitos líderes a esta realidade, à luz das perguntas expostas no primeiro parágrafo.

Primeiramente: sim, em decorrência do ordenamento jurídico, há semelhanças entre igrejas e empresas. Ambas têm registrados seus atos constitutivos, respectivas alterações e atas nos órgãos estatais competentes. Ambas têm registro no CNPJ/MF. Ambas são geridas por pessoas responsáveis civil, criminalmente e na esfera trabalhista, ambas podem celebrar contratos, contratar funcionários e tudo o mais que uma PJ pode fazer, no que tange a direitos e obrigações.

Apesar dessa semelhança jurídica, a natureza da igreja é diametralmente oposta à de uma empresa, associação, ONG ou qualquer outra entidade de direito público ou privado.

Para ficarmos apenas no exemplo empresarial, vale relembrar que a finalidade empresarial é o lucro, e tudo o que envolve tal empreendimento parte daí. Portanto, a boa gestão empresarial está sempre atenta a pessoas, produtos e processos, de modo a maximizar resultados com o menor gasto possível.

Sendo assim, por exemplo, o surgimento de uma nova tecnologia que possa realizar trabalho de forma mais rápida com a mesma qualidade e menor custo importará necessariamente na substituição da tecnologia anterior e, não raro, na diminuição do quadro de funcionários.

Se, feitas as contas, se concluir que seria menos dispendioso terceirizar parte das atividades, com benefícios como a redução de eventuais riscos trabalhistas, o empresário tenderá a efetivar esta opção, gerando desemprego para aqueles que antes desempenhavam aquelas funções em sua empresa.



E a Igreja? Ela é o Corpo de Cristo. É uma família, onde todos se chamam de irmãos pois têm o mesmo Pai: Deus.

Qual é a finalidade da Igreja? Qual é o "lucro" que ela objetiva? Biblicamente falando, as igrejas "enriquecem" quando ganham almas. Sua finalidade é gerar filhos para Deus, mediante a evangelização, o discipulado e a comunhão.

Se analisarmos detidamente os custos envolvidos na realização da finalidade das igrejas, veremos o oposto daquilo que é uma empresa, pois investimos em milhares de folhetos para, às vezes, atingirmos meia dúzia de corações que, muitas vezes, nem mesmo ficarão na igreja que lhes forneceu o tal folheto. Empresarialmente falando, há um absoluto desperdício de recursos sem retorno, não há garantia de engajamento e retenção por parte de quem lê nossos folhetos (que, além disso, muitas vezes vão parar no lixo).

Também gastamos dinheiro para entregar bíblias aos que erguem as mãos, sendo certo que não raras vezes estes acabam não se fixando naquela comunidade que investiu naquela vida, seja por um ou outro motivo. Nem vou falar das revistas de EBD!

Investimos em muitas crianças que acabam por se afastar. Dos que restam, formamos adolescentes e jovens, inclusive dando-lhes formação musical, e estes mais tarde mudam de igreja em decorrência de um simples namoro que, por vezes, dura pouco. Investimos em adultos que deixam de congregar por diversas causas, seja uma mudança de bairro/município ou até por uma simples desavença com alguém da congregação.

Olhando assim, vemos que, pela ótica empresarial, uma igreja é uma entidade que desperdiça recursos. E é exatamente por isso que não podemos colocar igrejas e empresas na mesma "prateleira".

O objetivo empresarial é obter lucro financeiro para seus sócios; o da Igreja de Cristo é salvar pessoas perdidas, onde quer que elas estejam.

O lucro da empresa vai para a conta dos sócios; o "lucro" das igrejas vai para o Reino de Deus, onde o Espírito Santo funciona como RH e realoca as pessoas para melhor servir onde Ele queira.

O objetivo empresarial passa por vender seu produto ou serviço, ao passo que a Igreja parte de outro princípio: de graça recebestes, de graça dai. Aliás, talvez este seja um dos versículos menos observados em nossos dias.

O balanço empresarial visa a um saldo positivo entre entradas e saídas; o balanço da Igreja aponta vida onde havia morte, perdão onde havia discórdia, paz onde havia guerra, luz onde só havia trevas.

Fica, desta forma, bastante claro que os valores almejados são absolutamente distintos, motivo por que não se poderá, jamais, confundir empresas com igrejas.


Não obstante, muitas vezes somos tentados a gerir a Igreja sob uma lógica puramente pragmática, tomando emprestada a visão empresarial.

Espero me fazer entender quando digo que é importante gerir os recursos financeiros das igrejas com sabedoria e sem desperdícios desnecessários, porém, é importante que essa gestão não ultrapasse os limites necessários, impactando no que seria a própria finalidade da igreja, que é a realização de sua missão.

Neste sentido, e com vistas à missão, cabe voltar a um assunto já abordado: embora possa parecer uma medida de economia e racionalização de recursos, é legítimo e desejável que uma congregação não tenha voltado a realizar cultos à noite desde 2020?

Isto, a princípio, pode parecer economia de energia, água e até recursos humanos (menos uma mensagem para pregar, menos músicas para ensaiar, menos horas extras a pagar aos funcionários), mas e como fica a missão da igreja? O que houve com o bom e velho (e bíblico!) discurso de que há festa no Céu quando um pecador se converte? 

O que houve com o bom, velho e igualmente bíblico princípio da mordomia? Que palavra esquecida, não? Até onde estou informado, mordomia não significa entesourar recursos, aumentar lucros nem nada do tipo, mas investir devidamente no Reino de Deus - e não apenas valores monetários: o crente investe seu tempo, sua vida, tudo o que ele é. Será que esse tempo passou?

Seguindo essa mesma esteira, há, também, outras tantas igrejas que simplesmente rescindiram a realização de seus cultos de oração devido ao baixo interesse da membresia. Mas veja-se bem: tendo em vista a missão, não seria de se esperar da liderança que, ao contrário, lutasse com Deus em oração e incentivasse os irmãos ao retorno da oração no templo durante aquele tempo?

Fica aqui um desabafo feito por pura preocupação, porque parece que estamos vivendo uma dissonância cognitiva coletiva enquanto Igreja de Cristo: por um lado, muitos concordam que os tempos estão estranhos e que tudo leva a crer numa iminente volta de Cristo mas, por outro lado, essa conclusão não tem levado crentes, líderes e igrejas a exercitar o trabalho cristão com mais afinco; ao contrário, estão deixando de realizar cultos, de ganhar almas, de fazer discipulado etc.

Quando vier o Filho do Homem, achará fé na Terra? Ou achará contas correntes abarrotadas de recursos que foram "economizados" ao custo de almas que não foram ganhas?

Pr. Felipe Rei, IB 22 de Novembro, Niterói - RJ

P.S.: cumpri meu objetivo, que era tratar especificamente do pós-pandemia. Para tratar puramente da questão Igreja x empresa, há diversos livros e artigos com outras abordagens, até muito mais aprofundadas.

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Ressaca ou luto eleitoral? Abandone isso hoje mesmo.

 



Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel, a todos os do cativeiro, os quais fiz transportar de Jerusalém para babilônia: Edificai casas e habitai-as; e plantai jardins, e comei o seu fruto. Tomai mulheres e gerai filhos e filhas, e tomai mulheres para vossos filhos, e dai vossas filhas a maridos, para que tenham filhos e filhas; e multiplicai-vos ali, e não vos diminuais. E procurai a paz da cidade, para onde vos fiz transportar em cativeiro, e orai por ela ao Senhor; porque na sua paz vós tereis paz. Jeremias 29:4-7


     Usarei esse texto para falar aos que estão de "ressaca eleitoral". Se não é o seu caso, se você está feliz, aproveite o seu momento, leia e tire o que lhe for de proveito, lembrando sempre que é tempo de tentar reunir famílias, amigos, condôminos, enfim, unir os que agora estão separados. Não é o melhor momento para tripudiar. Os ânimos estão acirrados.

     Aliás, antes que alguém se precipite, já vou explicando que não irei comparar, de forma alguma o resultado desta eleição com a gravidade da profecia de Jeremias. Não se trata disso, pode confiar.

     A profecia acima, de Jeremias, foi dada num dos momentos mais graves da história de Israel: o povo de Deus estava sendo mandado para o cativeiro na Babilônia. Muitos seriam mortos, famílias seriam separadas, muitíssimos seriam desterrados (como o profeta Daniel e seus amigos), os muros da cidade e o templo seriam destruídos e, por fim, no que restasse da terra arrasada, só sobraria uma massa de miseráveis (Ne 1:3).

     Penso que este texto comunica algo muitíssimo importante para os que estão de "luto" ou "ressaca" eleitoral:

1. Promessas e ordens - Por mais "perdido" que o Brasil pareça estar aos seus olhos neste momento, tenha certeza de que a situação descrita em Jeremias foi incomparavelmente mais grave e, mesmo naquele terrível cenário, Deus deu promessas e ordens a seu povo. E as ordens eram no sentido de avançar: plantem vinhas, construam casas, plantem jardins! E mais: casem-se, multipliquem-se e busquem a paz na cidade! Não era tempo de ficar prostrado, parado, desesperado. A vida devia prosseguir.

2. A paz na cidade - Deus manda Seu povo buscar a paz em meio a um povo iníquo, que não O conhecia e que agora dominaria Israel, levando-o cativo. Fica, então, a reflexão para nós: não deveríamos nós, muito mais, buscar a paz nas nossas cidades, visto que somos todos brasileiros? Olhe à sua volta: o sol se pôs ontem e tornou a nascer hoje. Cada um foi para o seu trabalho, as crianças foram para a escola, estamos aqui navegando na internet. Que tal tirar da boca a lamúria e celebrar a vida normal que ainda temos e provavelmente teremos?

     Ficarei apenas nestes 2 pontos, acrescentando que Deus é soberano, tudo vem das Suas Mãos e que Ele nos insta a orar pelas autoridades, e inclusive honrá-las (vide Rm 13 e 1 Pe 2:17). Vale a pena meditar também nisso. Daniel e seus amigos foram deportados para a Babilônia devido ao cumprimento da profecia de Jr 29, e os relatos bíblicos mostram que Deus era com eles, e que eles não enfrentavam as autoridades, senão quando compelidas a trair o seu Deus. 

     Temos um Deus a quem seguir e de quem depender. Temos as ordens e os exemplos dos heróis da Bíblia para nos orientar. Levante a cabeça, ore e, como eu sempre acabo dizendo: "entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e Ele tudo fará" (Sl 37:5).


Pr Felipe Rei


sábado, 16 de abril de 2022

Sábado sem aleluia

 


Imagine o fim de toda a estrutura que cerca a sua vida. Desemprego. Família separada. Amigos se convertendo em inimigos. Perseguição e desconfiança de tudo e todos, inclusive do Estado.

Esta deve ter sido a base do sentimento no coração de Pedro no sábado posterior à crucificação.

Ele estava sozinho, em local incerto e não sabido - e sabe-se lá em que condições mentais e emocionais - desde a noite que antecedeu a crucificação. Havia negado o Senhor por três vezes, julgava-se o mais baixo dos homens, um covarde, e, o que é pior: não havia mais o que fazer, porque agora o Senhor havia sido morto. 

No sábado, essa morte tinha o peso do selo do destino sobre a vida de Pedro, porque agora ele estava privado de seu Senhor, seu amigo, seu Mestre, e possivelmente suas negativas deixariam mágoas dentro da única família que lhe restava: os discípulos.

Para piorar, as autoridades judaicas, satisfeitas por um momento, logo empreenderiam uma perseguição aos seguidores de Jesus, visando a acabar com qualquer possibilidade de manter sua fé viva. Haviam até mesmo requerido aos romanos uma guarda na porta do sepulcro.

No entanto, graças ao relato de Lucas sabemos que Pedro estava com os demais discípulos no primeiro dia da semana (o domingo). Mas nada é falado sobre o sábado.

Cabe aqui uma palavra sobre como a religião judaica considera a duração dos dias: cada dia é considerado conforme luz e trevas, dia e noite. Assim sendo, desde os tempos bíblicos (e ainda hoje) o shabat judaico começa no pôr-do-sol de sexta-feira e termina no pôr-do-sol de sábado.

Assim sendo, Jesus foi enterrado no fim da tarde de sexta-feira, antes do pôr-do-sol, quando teria início o shabat.

Portanto, em termos da nossa contagem atual de tempo, a bíblia não revela o que aconteceu entre o anoitecer de sexta-feira e a madrugada de domingo, quando Cristo ressuscitou. A história só será retomada em Lucas 24, quando, "muito de madrugada", as mulheres foram ao sepulcro.

Certo é que, quando elas voltaram e contaram aos discípulos, Pedro estava entre eles.

Então, em algum momento durante o shabat, Pedro encontrou seu caminho de volta aos discípulos. Só posso especular sobre seu coração moído pela culpa, mas nisso ele não estava sozinho, porque sabemos que os discípulos se espalharam após a prisão do Mestre.

Para Pedro e os discípulos, o sábado que hoje o catolicismo chama "de aleluia" certamente não inspirou "aleluias" em seus corações e bocas. Ao contrário: foi um dia de luto, tristeza, remorso, incerteza pelo que viria, temor, fraqueza e até ressentimento entre os próprios discípulos.

Todo mundo passa por dias assim, que não inspiram "aleluias", dias em que não dá nem vontade de levantar da cama, onde não há perspectivas. Não raro, nestes dias não há forças nem mesmo para a leitura bíblica, e, mesmo que esta seja feita, parece não haver ali consolo, tal o estado de nossas almas.

Que dizer da oração? O que diriam em oração os discípulos naquele dia? Como orar, e pelo que clamar, se o próprio Filho de Deus havia sido morto?

Sim, todos temos nossos dias em que até a oração fraqueja. Todos. Pastores, diáconos e líderes também, assim como os discípulos. Que fazer nestes dias? 

Nestes dias devemos confiar no Deus que vê o coração. Ele sabe das nossas aflições e se compadece. Ele não está surdo para que não ouça, e suas mãos não estão encolhidas para que não possa salvar. 

Como disse o salmista: "Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face, e o meu Deus". Salmos 42:11

Houve um novo tempo para o desesperado Jó. Houve um novo dia em que o salmista pôde louvar a Deus. Houve um domingo para os discípulos.

Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e ele tudo fará. Sl. 37:5


Pr Felipe Rei - Igreja Batista 22 de Novembro - Niterói - RJ, em 16/04/2022

sexta-feira, 15 de abril de 2022

Rude cruz, bendito Salvador!

 

Há aproximadamente 2022 anos, numa sexta-feira como hoje, um homem era pendurado numa cruz. O plano era que morresse em agonia e sob maldição.

Em agonia, porque a cruz era um instrumento de tortura absurdamente macabro, elaborado de tal forma que o condenado pudesse sobreviver pelo máximo de tempo possível, enquanto sofria dores e espasmos terríveis. Há diversos relatos de crucificados que agonizavam ao longo de vários dias. 

As dores causadas pelas perfurações dos cravos e as cãibras causadas pela perda de sangue e a imobilidade eram tão terríveis que foi criado até um novo termo para designar uma dor terrivelmente forte: excruciante (origem latina: "ex cruciare", literalmente "submeter à tortura da cruz").

As autoridades romanas usavam o terror da cruz preferencialmente contra aqueles que se insurgiam contra o poder do império, visando assim a desmotivar eventuais levantes.

Eis um retrato da agonia. Falemos agora da maldição.

O segundo objetivo era que aquele homem morresse sob maldição. Sendo ele um judeu, a crucificação viria a calhar como uma luva porque, na cultura judaica, quem fosse morto e pendurado em um madeiro era maldito por Deus (Dt 21:22-23).

Vemos aqui alguns fatos únicos: um homem condenado por judeus e gentios. Condenado como maldito por Deus entre os judeus e crucificado como um rebelde pelos gentios, maldito perante César, que era também tido por eles como uma divindade.

Por causa da cruz deste homem houve, por um momento, consonância de ideias entre judeus e gentios. Houve paz e até um gesto de amizade entre os então inimigos Herodes e Pilatos. 

Ele morreu em agonia e sob maldição, selando uma trégua entre inimigos, mostrando que a rebeldia deles contra Deus era maior que as divergências que tinham entre si, por maiores que fossem, e por isso foram capazes de se unir contra ele em um só propósito. 

Mas ele morreu abençoando!

"Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem", foi sua primeira fala. A seguir, em meio à agonia, prometeu a um bandido arrependido um lugar no paraíso. Depois mostrou preocupação por sua mãe, designando-lhe um cuidador. Sofrendo, citou o Salmo 22, queixando-se ao Pai, para mais adiante afirmar vitoriosamente a consumação do plano de Deus antes de afinal entregar seu espírito nas mãos amorosas do Pai.

Judeus e romanos achavam que estavam diante de um homem maldito e digno de morte, e que eles o haviam detido e matado, mas estavam errados.

Nada ali estava no controle deles nem seguindo seus planos, porque aquele homem não era qualquer um. Ali estava o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, e que havia declarado diante deles algo que eles haviam criticado, mas que posteriormente ficaria evidente e todos o saberiam com clareza após o domingo:

"Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para recebê-la outra vez. Ninguém tira a minha vida; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para entregá-la e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai". João 10:17,18 NAA

Como diz o título de um livro de Max Lucado: Ele escolheu os cravos. A cruz era o plano, e o Filho, em obediência, deu a Sua vida pelo homem pecador.

Jesus Cristo não é qualquer um. Ele é incomparável, único.

Bendito seja para sempre. Como não amá-lo?

"E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus nos fizeste reis e sacerdotes; e reinaremos sobre a terra. E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares, Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças. E ouvi a toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que estão no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre". Ap 5:8-13 NAA

Pr Felipe Rei, Igreja Batista 22 de Novembro - Niterói - RJ, em 15/04/2022

terça-feira, 27 de julho de 2021

Estado laico, pero no mucho

 


 Sendo advogado, e por isso mesmo estudante recorrente da Constituição, conheço a forma como o Estado brasileiro é organizado. Sempre analisei a política porque esta, no fim das contas, dita os caminhos que este mesmo Estado seguirá, inclusive no que tange às questões jurídicas, mais afeitas à minha atuação profissional.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Plano de leitura da Bíblia em ordem cronológica



Ontem, após o culto da noite, uma irmã da igreja me perguntou como poderia fazer para ler o Velho Testamento em ordem cronológica. Dei a ela as linhas gerais de como fazê-lo, mas o curso rápido que dei ali na igreja pode ser facilmente esquecido e pode ter sido confuso. Então, resolvi fazer um post sobre isso.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Louvor - ó dá-me a unção


Vou aproveitar esse espaço para também postar os meus louvores preferidos aos poucos. Assim eu saberei onde encontrá-los quando bater a vontade de ouvir.